MOVELETUR Alia a Mobilidade Eléctrica ao Turismo em Espaços Naturais de Portugal e Espanha


Com informações da Agência Lusa.

A OesteSustentável (Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste), em parceria com o IPCB (Instituto Politécnico de Castelo Branco), coordena um projecto nacional de promoção do turismo sustentável através da mobilidade eléctrica a ser implementado em sete áreas naturais de Portugal e de Espanha.

Trata-se do MOVELETUR (Turismo Sustentável e Mobilidade Eléctrica em Espaços Naturais), que tem como principal objectivo ligar áreas naturais das zonas raianas dos dois países e inclui, no total, de ambos os lados da fronteira, a aquisição de nove veículos e 91 bicicletas eléctricas, além da instalação de 25 postos de carregamento e do desenvolvimento de uma plataforma de monitorização e reserva de veículos eléctricos. O projecto é desenvolvido no âmbito do Programa de Cooperação INTERREG VA Espanha-Portugal (POCTEP) 2014-2020 e tem um orçamento de 909 mil euros, cofinanciado em 75% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

“A ideia é construir a hipótese de um turista ou viajante que queira fazer um ‘tour’ natural andar de área natural em área natural, na zona raiana, sem que tenha grandes dificuldades de locomoção em termos do carregamento do seu veículo eléctrico”, explicaram à agência Lusa George Ramos, Rogério Dionísio e Paula Pereira, os responsáveis do IPCB pelo projecto. A instituição de ensino superior está a trabalhar, essencialmente, a mobilidade dentro da área natural da serra da Malcata, que envolve os municípios de Penamacor (distrito de Castelo Branco) e do Sabugal (distrito da Guarda).

O Moveletur: “Turismo Sustentável e Mobilidade Elétrica em Espaços Naturais” visa promover um modelo público, sustentável e limpo de disponibilização de veículos e bicicletas elétricas para os visitantes de áreas naturais transfronteiriças entre Portugal e Espanha. – foto: divulgação MOVELETUR.

Contudo, o IPCB acabou por ir um pouco mais longe e estender a sua intervenção até Almeida, por uma questão de facilidade de ligação às áreas naturais espanholas envolvidas na iniciativa. “O que ficou acordado com os parceiros, especificamente no caso da Malcata, o que vamos colocar ali são três postos de carregamento e vamos disponibilizar aos municípios bicicletas eléctricas”, indicou George Ramos.

O IPCB ficou ainda com a responsabilidade de desenvolver uma aplicação que já está disponível no Google e que permite a gestão dos espaços, disponibiliza informação dos recursos, principalmente do ponto de vista turístico, a localização dos postos de carregamento e a tipologia das bicicletas e dos veículos eléctricos disponibilizados. “A aplicação está disponível na plataforma Google. Permite que o turista possa saber o local onde se encontram as bicicletas e permite também fazer a reserva das mesmas”, referiu Rogério Dionísio. Outra componente importante da participação do IPCB diz respeito à formação. “A maior parte das pessoas que trabalham com veículos não está devidamente habilitada para resolver problemas relacionados com o veículo eléctrico. Temos um processo formativo, quer presencial, quer ‘online’. Vamos oferecer formação especificamente para conseguir que uma determinada franja de público possa obter essas qualificações”, frisou.

A formação será ministrada presencialmente e via plataforma ‘e-learning’, sendo que no primeiro caso deverão ser realizados dois cursos, um no Sabugal e outro em Penamacor. Quanto à formação ‘online’, será bilingue (português e espanhol), para todos os parceiros envolvidos no projecto. O projecto, sem fins lucrativos, é promovido pela Fundación Patrimonio Natural de Castilla y León, que tem como parceiros portugueses o IPCB, a OesteSustentável – Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste, o Município de Bragança e a Associação para o Desenvolvimento Integrado da Região do Barroso (ADIRBA). Conta ainda com os parceiros espanhóis Ente Regional de la Energía de Castilla y León e a Diputación de Ávila.

Em Portugal, as áreas naturais protegidas que estão envolvidas são o Parque Nacional Peneda-Gerês – Ecomuseu de Barroso, o Parque Natural de Montesinho e a Reserva Natural da Serra da Malcata. Do lado espanhol, integram o projecto o Parque Natural Lago de Sanabria y Sierras Segundera y de Porto, o Parque Natural Arribes del Duero, o Parque Natural Las Batuecas – Sierra de Francia e o Parque Regional Sierra de Gredos.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

O site European Best Destinations elegeu o trilho nas falésias de Lagoa, ao longo do percurso dos Sete Vales Suspensos, no Algarve, como a Melhor Caminhada da Europa.

Trilho nas Falésias de Lagoa, no Algarve, Eleito o Melhor da Europa


O percurso português foi o mais votado num ranking promovido pela European Best Destinations, uma organização sediada em Bruxelas dedicada a promover a cultura e o turismo na Europa, especializada em tops temáticos no sector das viagens e mais célebre ainda por ser responsável pela votação anual para melhor destino europeu do ano.

O site European Best Destinations elegeu o trilho nas falésias de Lagoa como a Melhor Caminhada da Europa. – foto: reprodução DR/EBD.

O trilho, com 5,7 quilómetros, percorre desde a Praia de Vale Centeanes à Praia da Marinha e integra lugares incríveis como as grutas de Benagil, a capela da Senhora da Rocha, a vila piscatória de Ferragudo, o farol de Alfanzina e os areais de Cova Redonda, Carvoeiro e Albandeira. Todos esses pontos enumerados pelo site.

Segundo o European Best Destinations, nesta votação para as melhores caminhadas do continente participaram mais de 28 mil viajantes de 153 países. Além do trilho nas Falésias de Lagoa, o Pico do Areeiro, na Madeira, ficou em quinto lugar.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

Algarve se junta ao Alentejo e agora Portugal é o País com mais observatórios dentro da OMT.

Algarve Lança Observatório de Turismo Sustentável e Portugal Ganha Mais Destaque Internacional


A Região de Turismo do Algarve (RTA) lançou o Observatório de Turismo Sustentável, instrumento que permitirá medir uma série de indicadores económicos, sociais e ambientais. O anúncio foi feito pela Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, durante a BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa), no último dia 14 de março.

De acordo com Ana Mendes Godinho, a iniciativa vai tornar Portugal numa referência internacional, pois “é um projecto que, mais uma vez, nos vai fazer ser uma referência internacional. Vamos ganhar aos nossos concorrentes porque vamos passar a ter dois observatórios regionais dentro da rede mundial da OMT (Organização Mundial do Turismo), o que é mais um passo para mostrarmos que lideramos também aqui”.

Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal, que também marcou presença na BTL, destacou que Portugal se torna o País com mais observatórios dentro da OMT, com o Algarve a juntar-se ao Alentejo na rede da organização: “é algo que nos orgulha muito. Depois do Alentejo, temos o Algarve e acreditamos que esta será uma das iniciativas que mais vai contribuir para termos um destino mais sustentável e muito mais competitivo em 2027”.

Algarve se junta ao Alentejo e agora Portugal é o País com mais observatórios dentro da OMT. – foto: reprodução Creative Commons Zero (CC0) License.

Ainda segundo o Presidente do Turismo de Portugal, o Observatório de Turismo Sustentável do Algarve vai “permitir tomar as melhores decisões de investimento e as melhores decisões de operação e de gestão, defendendo que não se pode avançar com ideias, iniciativas ou projectos, se não conseguirmos medir aquilo que temos, se não conseguirmos medir a evolução que podemos fazer. Por isso, é tão importante o facto de conseguirmos monitorizar aquilo que acontece nos territórios. Esse é o primeiro principio da monitorização num território como o Algarve. É importantíssimo saber quem lá vai, como se move e é por isso que temos estimulado cada vez mais as iniciativas que permitem trazer mais informação, mais conhecimento e distribui-lo pelos privados”, explicou.

O Observatório de Turismo Sustentável do Algarve vai funcionar em parceria com a CCDR-Algarve e com a Universidade do Algarve. De acordo com João Fernandes, presidente da RTA, o apoio do estabelecimento de ensino superior vai permitir uma maior orientação da investigação cientifica, de forma a dar resposta aos desafios concretos da indústria e do setor do turismo: “certamente, reuniremos, com este instrumento, mais condições para uma melhor gestão pública, para uma melhor gestão das próprias empresas, no sentido de conseguirmos ser mais eficazes a criar valor no negócio, mas também a conseguir transferir esse valor para o território e para beneficio dos nossos residentes. Para conseguirmos ter mais capacidade para valorizar, não só o nosso património local, mas também o nosso património cultural”, concluiu.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

ITB Berlim elege Portugal como o Melhor Destino Sustentável do Continente Europeu.

Portugal é Eleito Melhor Destino Sustentável da Europa


Portugal recebeu, pela primeira vez, o título de Melhor Destino Sustentável da Europa, uma distinção anunciada durante a ITB Berlim, a principal feira internacional de turismo.

Os ITB Earth Awards 2019, que distinguiram outros países e regiões pelo mundo, resultam de uma parceria entre a feira alemã e a Green Destinations, uma fundação sem fins lucrativos dedicada à promoção do turismo sustentável e que, além de outras actividades, elabora um popular Top 100 dos Destinos Mais Verdes do Mundo.

Segundo a Green Destinations, a decisão foi tomada por um júri de especialistas, que elegeu os vencedores após análise dos casos de sucesso em sustentabilidade submetidos por cada candidatura. Entre os critérios, a fundação analisa as boas práticas na gestão turística dos destinos com vista ao futuro. Dentro desse contexto, Portugal conquistou o título de Destino Mais Sustentável na Europa, seguido por Bled, uma região da Eslovênia, e Mali Losinj, na Croácia.

“É mais um atrativo e mais um cartão de visita para promover Portugal num mercado que valoriza tanto os destinos sustentáveis. É fantástico em termos de notoriedade internacional”, revelou a Ana Mendes Godinho, Secretária de Estado do Turismo, em declarações à agência Lusa.

Esse título, até então inédito, coloca Portugal no rol dos destinos mais sustentáveis do mundo. – fotos: reprodução Creative Commons Zero (CC0) License.

Para a Secretária de Estado do Turismo, esse título “coloca-nos no radar dos investidores e do público que, cada vez mais, faz as suas opções dos destinos de férias por critérios de sustentabilidade da própria oferta turística”. Além da visita à feira ITB Berlim, a Secretária participou também no Fórum de Investidores Internacional de Turismo (IHIF), onde estiveram mais de 2.200 investidores.

Portugal, que participou pela primeira vez no IHIF, teve um painel de apresentação muito concorrido como destino turístico, com “alguns grupos e marcas internacionais com interesse em conhecer e olhar para Portugal como destino de investimento”, destacou a Secretária. Ainda de acordo com Ana Mendes Godinho, a Alemanha é o segundo mercado mais importante para Portugal em termos de dormidas: “em 2018, o que sentimos foi um crescimento mais acelerado de receitas do que de hóspedes. Tivemos um crescimento de receitas de 10% e um aumento de 5% do número de passageiros desembarcados oriundos da Alemanha, o que significa que tivemos cerca de 2,6 milhões de passageiros desembarcados dos aeroportos vindos da Alemanha”, esclareceu.

A feira ITB Berlim termina no próximo domingo e Portugal conta com as sete regiões das áreas promocionais turísticas do país: Porto e Norte de Portugal, Centro de Portugal, ATL — Associação Turismo de Lisboa, Alentejo, Madeira e Açores e 92 empresas distribuídas por 870 m2.

O Ecopass nasceu em Portugal e essa conquista nos enche de orgulho, afinal, a nossa missão enquanto empresa é promover o turismo sustentável. Assim, parabenizamos a todos os envolvidos, direta e indiretamente, por esse grande reconhecimento, que confirma ainda mais o protagonismo de Portugal no sector do turismo.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

Em 2018, o número de turistas internacionais teve um aumento de 6% em comparação com o ano anterior.

Europa Segue Como o Destino Mais Visitado do Mundo


De acordo com o relatório Turismo Europeu – Tendências e Previsões 2018, elaborado pela Comissão Europeia de Turismo (ETC), a Europa continua a ser o destino mais visitado do mundo. Em 2018, o número de turistas internacionais teve um aumento de 6% em comparação com o ano anterior e países como Turquia, Sérvia, Malta, Montenegro e Letônia são alguns dos destinos que registraram os melhores desempenhos.

As viagens provenientes dos Estados Unidos e da China voltaram a estar em destaque no ano passado. O crescimento do número de turistas norte americanos foi auxiliado por vários fatores econômicos, incluindo um Dólar mais forte do que o Euro e a Libra Esterlina. Entre os motivos do aumento de visitantes da China à Europa destacam-se a melhoria da conectividade aérea e dos procedimentos de vistos, bem como à expansão da classe média chinesa.

Dos 32 destinos europeus que registraram aumento no turismo, a Turquia teve um crescimento de 22% em 2018 – foto: reprodução Creative Commons Zero (CC0) License

Segundo Eduardo Santander, Diretor Executivo da ETC, “apesar dos riscos adversos, como tensões nos mercados financeiros, a incerteza em torno da retirada do Reino Unido da UE e as inquietantes previsões, a indústria do turismo europeu mais uma vez mostrou-se resiliente em 2018, respondendo por mais da metade (51%) das chegadas de turistas em todo o mundo. Olhando para as várias incógnitas que 2019 tem a oferecer, prevemos um crescimento de cerca de 3% nas chegadas de turistas internacionais à região. 2019 apresenta-se como uma oportunidade para reorientar a política europeia e nacional de apoio aos motores do crescimento sustentável do turismo e de promoção do desenvolvimento a longo prazo na Europa”.

O relatório também destaca que apesar da atual situação política e econômica de diversos países europeus e das incertezas em torno do Brexit, o crescimento deve se manter.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

Com início no Vale do Soča, na Eslovênia, a rota segue para a costa adriática da Croácia e termina em Sarajevo, capital da Bósnia.

Nova Rota de Ciclismo Irá Conectar 8 Países Europeus


Você já pensou em cruzar oito países da Europa de bike? Organizadores de uma rede de ciclismo querem proporcionar essa experiência aos turistas e estão trabalhando na Trans Dinarica: uma nova rota de ciclismo que cruza fronteiras e no momento conecta a Eslovênia, Croácia e Bósnia e Herzegovina.

Com início no Vale do Soča, na Eslovênia, perto da Itália, o caminho segue para o sul, para a costa adriática da Croácia, antes de virar para o leste e terminar em Sarajevo, capital da Bósnia.

Contudo, a meta final da rota, como os organizadores da rede de ciclismo logo mencionam, é atravessar todos os oito países dos Balcãs Ocidentais e, por fim, incluir Montenegro, Albânia, Kosovo, Sérvia e Macedônia.

Em uma combinação de superfícies, que incluem trilhas de ciclismo de faixa única, cascalhos e trechos de asfalto, o percurso destaca a ampla paleta de cenários da região: cumes de montanhas acima do nível do mar; passagens por montanhas; lagos e rios alpinos; cidades no coração dos Alpes Dináricos (que dá nome à rede) e cordilheiras vizinhas.

A Trans Dinarica terá tudo para garantir momentos únicos e cheios de adrenalina para quem quiser curtir o trajeto.– foto: divulgação Slovenia-Outdoor

Dividida em partes iguais de aventura e cultura, a Trans Dinarica proporciona uma visão rara desse canto da região sudeste da Europa, que ainda possui autenticidade genuína enraizada na tradição de receber hóspedes com comida, vinho e histórias locais. A ideia da Trans Dinarica surgiu em 2016, quando três operadoras de turismo se juntaram para criar um corredor entre os Balcãs Ocidentais que, com frequência, são esquecidos pelos turistas.A missão era combinar um ótimo ciclismo (com ênfase em mountain bike) com a riqueza da experiência de velho mundo da região.

Com isso, a rede também aborda desafios de infraestrutura e acessibilidade, enquanto ajuda a incentivar negócios locais sustentáveis e familiares. Inspirada na trilha de caminhada Via Dinarica, que fica paralela à rota de ciclismo e abrange cerca de 1931 quilômetros desses mesmos oito países, a Trans Dinarica possibilita aos visitantes percorrer, pela primeira vez, patrimônios da Unesco, vilarejos e parques nacionais.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

O plantio de árvores é cada vez mais reconhecido como uma atividade fundamental para preservar a vida na Terra.

Plantar 1,2 Trilhão de Árvores Sequestaria o Equivalente a 1 Década de Emissões de CO2


Em recente entrevista ao jornal britânico The Independent, o ecologista Thomas Crowther, da Universidade suíça ETH Zurich, apresentou um novo estudo apontando que todas essas árvores seriam capazes de sequestrar CO2 equivalente a uma década de emissões.

O número em si pode, à primeira vista, parecer exagerado, mas o estudo mostra que há espaço suficiente em parques nacionais, florestas e terras abandonadas existentes no mundo para plantar 1,2 trilhão de árvores extras e ainda sobraria espaço disponível para mais.

Segundo o ecologista, se tal feito fosse alcançado, superaria qualquer outro método para combater a mudança do clima, mesmo considerando investimentos em energia renovável e dietas vegetarianas, pois as árvores são “nossa arma mais poderosa na luta contra as mudanças climáticas”, disse Crowther ao The Independent.

Ao combinar dados de inventários florestais de 1,2 milhões de locais em todo o mundo e imagens de satélite, os cientistas estimam que existam atualmente 3 trilhões de árvores na Terra. Este número é sete vezes maior do que as estimativas anteriores, divulgadas pela NASA. Mas eles também descobriram que há ainda muito espaço para restaurar milhões de acres de florestas adicionais, isso sem contar com terras urbanas e agrícolas. 

A Natureza já criou o método mais eficiente de sequestro e armazenamento de CO2: as árvores. – foto: reprodução Creative Commons Zero (CC0) License.

De posse dessas informações, Crowther afirma que “há 400 gigatoneladas de CO2 armazenado agora nas 3 trilhões de árvores. Se você fosse escalar isso em mais trilhões de árvores, isso seria da ordem de centenas de gigatoneladas capturadas da atmosfera, pelo menos 10 anos de emissões antrópicas completamente eliminadas”.

Sabemos que a restauração completa de todos os locais identificados é muito difícil, porém, o plantio de árvores é cada vez mais reconhecido como uma atividade fundamental para preservar a vida na Terra. Onde vários estudos comprovam que plantar árvores é o melhor jeito de combater o aquecimento global.

No seu estudo, Crowther deixa claro que não está visando áreas urbanas ou agrícolas, apenas terras degradadas ou abandonadas e que tem o potencial de enfrentar os dois maiores desafios do nosso tempo: a mudança climática e a perda de biodiversidade. E finaliza destacando que “é uma coisa linda porque todos podem se envolver. As árvores literalmente apenas tornam as pessoas mais felizes em ambientes urbanos, elas melhoram a qualidade do ar, a qualidade da água, a qualidade dos alimentos, o serviço ecossistêmico, é uma coisa tão fácil e tangível”.

Nesse contexto, o Ecopass surge como uma das melhores e mais confiáveis formas de compensação das emissões de CO2 decorrentes das vossas viagens aéreas e deslocamentos terrestres. Além dos impactos ambientais positivos, destacamos que a vossa postura proativa terá um grande potencial para a promoção do desenvolvimento social e econômico de comunidades tradicionais que compõem a nossa rede de parceiros que trabalham com a produção, plantio e manutenção das árvores. Agregando ainda mais valor ao vosso engajamento, disponibilizamos aos nossos usuários os benefícios da Rede Ecopass, que oferece descontos, gratuidades, brindes e outras vantagens junto a estabelecimentos do sector turístico em Portugal e outros países.

Ecopass: a construir um mundo melhor.