Certificação Atendeu aos Critérios do Global Sustainable Tourism Council.

AÇORES SÃO A PRIMEIRA REGIÃO DE PORTUGAL CERTIFICADA COMO DESTINO TURÍSTICO SUSTENTÁVEL


Com informações da Lusa.

Os Açores são a primeira região do país certificada como destino turístico sustentável, distinção atribuída a apenas 13 regiões no mundo e entregue no último dia 05 de dezembro de 2019 com a categoria de “Prata” pela certificadora Earthcheck.

“É com profundo orgulho que hoje podemos dizer que os Açores são certificados como destino turístico sustentável. Somos o primeiro e único arquipélago do mundo com esta certificação. Somos a única região do país com esta certificação. Estamos na linha da frente”, adiantou a Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo dos Açores, Marta Guerreiro.

A governante falava na sessão de abertura do congresso anual do Global Sustainable Tourism Council, que reúne cerca de três centenas de participantes de 42 nacionalidades em Angra do Heroísmo, na ilha Tecreira.

O EarthCheck é um grupo internacional de certificação e consultoria de benchmarking científico em viagens e turismo, com atividade desde 1987. A certificação respondeu aos critérios do Global Sustainable Tourism Council (Conselho Global de Turismo Sustentável), organismo internacional de acreditação para a certificação de turismo sustentável.

O processo de certificação dos Açores iniciou-se em 2017, proclamado pelas Nações Unidas como Ano Internacional do Turismo Sustentável. “No final deste processo, reforço: foram dois anos de muito trabalho, aquele que nos permite hoje fazer parte de um conjunto de 13 regiões do mundo e de apenas oito países com esta certificação”, frisou a titular da pasta do Turismo nos Açores.

A certificação atendeu aos critérios do Global Sustainable Tourism Council, organismo internacional de acreditação para a certificação de Turismo Sustentável – Azores Gateways | reprodução.

Questionada pelos jornalistas à margem do evento sobre as vantagens desta certificação, Marta Guerreiro salientou que a distinção vai permitir “não só internamente despertar os agentes do setor para a importância de posicionarem os seus negócios e as suas áreas dentro destas práticas”, mas também que os Açores consigam captar “segmentos que valorizam as preocupações na área da sustentabilidade”.

A Secretária Regional destacou, por outro lado, a responsabilidade que a distinção acarreta, alegando que os Açores têm “a obrigação” de cuidar do seu património. “Estamos a juntar nesta matéria uma oportunidade de crescimento fantástica que temos pela frente com a nossa responsabilidade de garantirmos que deixamos este território tão bem ou melhor cuidado quanto o recebemos”, salientou.

A certificação é válida por um ano, mas a tutela pretende não só mantê-la como subir de patamar. “Este é o primeiro que é possível alcançar quando se faz a certificação – o  Silver (Prata) – mas com a permanência na certificação e com a evolução dos indicadores que são analisados temos condições para ambicionar mais. Não é um dado adquirido, exige trabalho de continuidade”, afirmou Marta Guerreiro.

Numa primeira fase, após um levantamento exaustivo de dados quantitativos e qualitativos, como emissões de gases com efeitos estufa, resíduos, gestão de água, conservação dos ecossistemas e gestão cultural, a região recebeu o estatuto de Bronze.

“Entre muitos outros parâmetros, fomos considerados o destino de referência com a mais alta percentagem de área de conservação de ‘habitats’ e o destino de referência com a mais alta percentagem de área verde”, revelou a secretária regional na abertura do congresso.

Com validade de um ano, a Certificação foi na categoria Prata. Mas o Turismo dos Açores pretende não só mantê-la como subir de patamar – NIT | reprodução.

A fase seguinte envolveu “a definição de um conjunto de compromissos sustentáveis” por parte do Governo Regional e de agentes privados, bem como uma auditoria no local da Earthcheck, com visitas às ilhas de São Miguel, Terceira e Flores. Entre janeiro e setembro de 2019, a atividade turística nos Açores cresceu 17%, ultrapassando o número de dormidas do ano anterior (2,5 milhões) e o executivo açoriano estima que até ao final do ano esse número se aproxime dos 3 milhões.

A Secretária Regional sublinhou, no entanto, que a estratégia da região não passa por um turismo de massas, mas por um crescimento “de forma sustentável e em pleno respeito pela preservação da natureza e do ambiente”.

O Ecopass parabeniza o Turismo dos Açores por esta importante conquista e reforça o compromisso de promover a sustentabilidade do sector, sobretudo através da compensação das emissões de gases de efeito estufa do transporte aéreo. Nesse sentido, disponibilizamos a nossa aplicação como a ferramenta mais prática para o cálculo e compensação das emissões, onde o nosso usuário pode desfrutar de descontos e outras vantagens junto a nossos parceiros comerciais em Portugal, Brasil e outros países. Além disso, cada árvore comprada representa uma real possibilidade de melhoria da qualidade de vida para muitas famílias, pois todos os integrantes da nossa cadeia de plantio são de comunidades tradicionais, como indígenas, assentamentos rurais e outros povos da floresta.

Então, ao visitar os Açores, faça o download gratuito do Ecopass, calcule vossas emissões de Carbono, plante árvores e junte-se a nós na construção de um mundo melhor.

TIME FOR ACTION – Com Esse Slogan, Que Fala Por Si Só, A COP 25 Tem Como Maior Objetivo Aumentar A Ambição Climática.

COP 25: CONFERÊNCIA DA ONU ABRE EM MADRID


Com informações da ONU News.

Governos de todo o mundo se reúnem a partir desta segunda-feira em Madri, Espanha, para participar na Conferência da ONU sobre o Clima, COP 25, que encerra no dia 13 de dezembro.

À medida que a emergência climática se intensifica e as emissões de gases de efeito estufa continuam a crescer, as Nações Unidas pretendem decidir quais os próximos passos para combater esta ameaça.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, discursou na cerimônia de abertura e faz um apelo aos líderes mundiais para que aumentem sua ambição para alcançar as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Guterres também pediu que adotem as últimas regras sobre a implementação desse acordo. O chefe da ONU terá encontros com jovens ativistas e se reunirá com vários líderes mundiais.

Em nota, a secretária-executiva da Convenção da ONU sobre Mudança Climática, Patrícia Espinosa, lembrou que no último ano foi possível “ver os impactos acelerados da mudança climática, com secas crescentes, tempestades e ondas de calor.” Segundo ela, esses fenômenos tiveram “consequências terríveis para a erradicação da pobreza, saúde humana, migração e desigualdade.”

Espinosa afirmou ainda que “a pequena janela de oportunidade do mundo para lidar com as mudanças climáticas está se fechando rapidamente.” Para ela, “é necessário implantar, com urgência, todas as ferramentas da cooperação multilateral e tornar a COP 25 a plataforma de lançamento de mais ambição climática.”

Um dos principais objetivos do encontro é concluir vários aspectos importantes da operacionalização do Acordo de Paris. No ano passado, na COP 24, na Polônia, os países-membros concordaram com a maior parte dessas regras. No entanto, ainda é preciso concluir a negociação sobre o Artigo 6, que determina como funcionarão os mercados internacionais de clima.

Outros temas na agenda são adaptação, perdas e danos, transparência, finanças, capacitação, questões indígenas, oceanos, florestas e gênero. Também será discutido o fornecimento de financiamento e tecnologia para países em desenvolvimento.

Sobre esse tema, Espinosa pediu aos Estados-membros que cumpram a promessa de atribuir US$ 100 bilhões anualmente aos países em desenvolvimento para que estes façam investimentos na área do clima. Afirmando que é necessária “uma mudança radical”, a secretária-executiva pediu que “os fluxos financeiros globais reflitam a transformação profunda que é precisa.” Em 2020, os países devem submeter planos nacionais de ação climática atualizados.

Amazônia em chamas: número de focos de queimadas em 2019 é 196% maior que em 2018 e supera média histórica do Brasil – Victor Moriyama | Greenpeace | AFP | JC.

De acordo com o último Relatório de Emissões do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, as emissões globais de gases de efeito estufa precisam cair 7,6% ao ano entre 2020 e 2030. Se isso não acontecer, o mundo não alcançará a meta de limitar o aumento de temperatura a 1.5°C.

Para isso ser possível, a ambição das medidas e cortes previstos nos planos nacionais precisa ser cinco vezes maior. Isso significa reduzir as emissões em 45% até 2030 e atingir a neutralidade de emissões até 2050. Espinosa afirmou que este “é um desafio extremamente difícil, mas absolutamente necessário.”

A COP 25 acontece sob a presidência do governo do Chile, mas com o apoio logístico do governo espanhol. Em outubro, o Chile desistiu de receber o evento na sua capital devido à situação de instabilidade no país.

Lembramos que a princípio a COP 25 seria realizada no Brasil, mas logo após a vitória nas eleições em 2018 o Jair Bolsorano anunciou que o Brasil não sediaria o evento. Infelizmente, desde então, o Brasil tem promovido um desmonte de sua governança climática, sobretudo dos órgãos de fiscalização, e como resultado os números do desmatamento e queimadas na Amazônia e outros biomas atingiram níveis recordes e, por este motivo, o Brasil chega desprestigiado nessa edição da COP, em contraste com a posição de liderança em anos anteriores.

Durante os próximos dias traremos as principais notícias da COP 25. Continue ligado no nosso Ecoblog. Ecopass, com você a constuir um mundo melhor.

Portugal conquistou 12 prémios do World Travel Awards, entre eles o de Melhor Destino City Break do Mundo para Lisboa.

Portugal é Eleito o Melhor Destino Turístico do Mundo, Pelo Terceiro Ano Consecutivo


Com informações da Lusa.

Pelo terceiro ano consecutivo, Portugal foi aclamado como o Melhor Destino Turístico do Mundo, em cerimónia dos World Travel Awards, realizada no último dia 28 de novembro, em Muscat, capital de Omã. O reconhecimento reafirma que o turismo continua a ser a mais forte imagem de marca de Portugal.

Ao todo, Portugal conquistou 12 ‘óscares do turismo’ em 2019, a forma como são conhecidos os prémios World Travel Awards – o que também incluíu a eleição de Lisboa como “O melhor destino ‘city break’ do mundo”, da Madeira como “O melhor destino insular do mundo” e dos Passadiços do Paiva como “A melhor atração turística do mundo no segmento de aventura”.

Portugal voltou este ano a ganhar o cobiçado ‘óscar’ de melhor destino do mundo, um prémio para o qual estavam nomeados países como a vizinha Espanha, a Costa Rica, as Maldivas, a Malásia, a Nova Zelândia e o Vietname. Dubai, África do Sul, Quénia eram outros países que estavam nesta corrida, assim como Sri Lanka, Estados Unidos, Jamaica, Brasil e Colômbia.

O percurso dos Passadiços do Paiva liga Areinho a Espiunca, bem próximo de Alvarenga, ao longo de 8.700 metros, a maior parte dos quais em passadiços de madeira que acompanham as vertentes rochosas da margem esquerda do Rio Paiva – © Passadiços do Paiva.

Em junho deste ano, Portugal já tinha sido reeleito “O melhor destino da Europa” no âmbito dos World Travel Awards, fazendo antever que a cotação do país continuava em alta para ganhar o ‘óscar’ principal de melhor destino turístico do mundo.

“É uma honra ter recebido este prémio, que distingue a excelência de Portugal e dos portugueses”, enfatiza a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, num comunicado enviado às redações, salientando ainda que “todos devemos continuar a trabalhar para reforçar a afirmação internacional de Portugal”.

Portugal Continua a Bater Recordes em 2019

Nos World Travel Awards de 2019, Lisboa volta a ser eleita, pela segunda vez, o melhor destino do mundo para ‘escapadas’ urbanas de curta duração (‘city breaks’). A capital portuguesa recebeu em 2018, e pela segunda vez, o ‘óscar’ de “Melhor destino do mundo para city breaks”, além de se ter estreado, também no ano passado, no prémio de “Melhor cidade destino do mundo”.

“O trabalho desenvolvido na requalificação do património, na promoção do destino e melhoria da oferta cultural, gastronómica e turística, têm posicionado Lisboa como uma referência no que diz respeito às boas-práticas, e isso reflete-se nestas distinções”, destaca Paula Oliveira, diretora-executiva da Associação Turismo de Lisboa (ATL).

Para a responsável do Turismo de Lisboa, o recente projeto de reabilitação da frente ribeirinha para o Novo Cais de Lisboa, que vai envolver investimentos no valor de €27 milhões, representam um exemplo de como a cidade “continua a reinventar-se e a inovar para continuar a superar as expectativas dos lisboetas e de quem nos visita”, justificando estes prémios internacionais.

Também o Turismo de Portugal foi eleito pelo terceiro ano consecutivo o “Melhor organismo oficial de turismo do mundo”. Segundo Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, este ‘óscar’ “não é mais do que o reconhecimento do sucesso da Estratégia Turismo 2027” e do “compromisso” desta entidade em chegar às metas definidas neste plano” com vista a “afirmar Portugal como destino turístico de excelência” – um objetivo que, segundo frisou o responsável, mobilizou todos os trabalhadores deste organismo.

A Torre de Belém é um dos sítios mais visitados de Lisboa – Luiz Roberto | acervo Ecopass.

A chuva de ‘óscares’ chegou, ainda, aos Parques de Sintra, que pelo sétimo ano consecutivo arrecadou o prémio de “Melhor empresa do mundo em conservação”. Portugal deverá continuar a bater recordes no turismo em 2019, apesar do abrandamento verificado nas economias dos principais mercados emissores de turistas, designadamente da alemã e da britânica, esta última com as vicissitudes do Brexit.

Segundo os últimos dados disponíveis do Instituto Nacional de Estatística (INE), Portugal recebeu mais de 21 milhões de turistas até setembro, e, segundo a Secretaria de Estado do Turismo, as perspetivas apontam para o ano seja encerrado com 27 milhões de turistas, após o país ter recebido 25 milhões em 2018. O crescimento também é visível ao nível das receitas, tendo os proveitos totais dos hotéis subido 7% no acumulado do ano até setembro, e em comparação com 2018, atingindo 3,45 mil milhões, segundo o INE.

Conseguir que os turistas fiquem mais tempo em Portugal constitui nesta fase o ‘cavalo-de-batalha’ do sector, uma vez que a estada média se situa em menos de 2,7 dias. Numa altura em que a notoriedade do destino continua a disparar, um dos principais desafios apontados pelos empresários turísticos para os próximos anos é a saturação do aeroporto de Lisboa, e o facto de o Montijo só poder avançar, na melhor das hipóteses, em 2023.

O Ecopass parabeniza o Turismo de Portugal por mais esta conquista e ratifica o nosso compromisso de promover a sustentabilidade do sector, sobretudo através da compensação das emissões de gases de efeito estufa do transporte aéreo.

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Se as emissões continuarem no ritmo atual, a temperatura do planeta pode aumentar de 3,4 a 3,9°C até o fim do século.

O Mundo Precisa Reduzir Drasticamente as Emissões de CO2 – Adverte a ONU


Com informações da ONU.

A mensagem nunca foi tão alarmante: a ONU advertiu nesta terça-feira que o mundo não pode mais continuar adiando as ações radicais necessárias para reduzir as emissões de CO2 se deseja evitar uma catástrofe climática.

Para manter viva a esperança de limitar o aquecimento a +1,5°C – o objetivo ideal do Acordo de Paris – seria necessário reduzir anualmente as emissões de gases do efeito estufa em 7,6%, entre 2020 e 2030, destaca o relatório anual do Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA). Isto significa um corte 55% entre 2018 e 2030.

Qualquer adiamento além de 2020 faria com que a meta de +1,5°C ficasse “fora de alcance”. E, inclusive, para respeitar a meta mínima de +2°C em comparação à era pré-industrial, o planeta precisaria reduzir as emissões em 2,7% por ano entre 2020 e 2030. Mas estas emissões, geradas em particular pelas energias fósseis, aumentaram 1,5% em ritmo anual na última década e “não há nenhum sinal de que alcancem seu teto nos próximos anos”, afirma o PNUMA. O ano de 2018 registrou um novo recorde, com a emissão de 55,3 giga toneladas de CO2.

A temperatura já aumentou 1ºC no planeta, o que provocou a multiplicação de catástrofes climáticas. Os últimos quatro anos foram os mais quentes já registrados. E cada meio grau adicional agravará o impacto dos distúrbios climáticos. “Dez anos de procrastinação climática nos levaram a esta situação”, lamentou à AFP Inger Andersen, diretora do PNUMA.

ONU advertiu que o mundo não pode mais continuar adiando as ações radicais necessárias para reduzir as emissões de CO2. Isto significa um corte 55% entre 2018 e 2030 – Shutterstock | Reprodução.

O PREÇO DA INAÇÃO

De acordo com a ONU, se as emissões continuarem no ritmo atual, a temperatura do planeta pode aumentar de 3,4 a 3,9°C até o fim do século. E mesmo que os Estados signatários do Acordo de Paris respeitem os compromissos de redução de emissões, o termômetro marcará 3,2°C a mais.

O PNUMA afirma que, apesar da pressão, ainda é possível permanecer abaixo de +2°C e inclusive +1,5°C. Por este motivo, os signatários do Acordo de Paris devem triplicar suas ambições em comparação ao objetivo inicial e multiplicar por cinco em relação à segunda meta. E estes compromissos devem ser acompanhados por ações imediatas.

A constatação “sombria” envia uma mensagem clara poucos dias antes da conferência sobre o clima da ONU (COP25) em Madri, que começará em 2 de dezembro. “O relatório é um aviso contundente”, reagiu a ministra espanhola para a Transição Ecológica, Teresa Ribera. “Afirma que as emissões devem atingir o teto em 2020, ou seja depois de amanhã, e começar a diminuir de maneira acelerada a partir desta data.

Segundo a Ministra espanhola para a Transição Ecológica, Teresa Ribera, a COP25 em Madri tem que ser um marco decisivo – ONU | Reprodução.

Portanto, a COP25 em Madri tem que ser um marco decisivo”, disse Ribera. Enquanto o Acordo de Paris prevê uma revisão das ambições dos Estados na COP26 de Glasgow, no fim de 2020, até o momento apenas 68 países se comprometeram com a medida, nenhum deles entre os maiores emissores de CO2 dentro do G20, bloco que aglutina 78% das emissões do planeta.

China, UE (União Europeia) e Índia – membros do G20 – estão a caminho de cumprir seus compromissos iniciais de redução de CO2, mas pelo menos sete integrantes do bloco, incluindo Japão e Estados Unidos (país que oficializou a saída do Acordo), não os respeitarão. A ONU também apresentou suas recomendações aos membros do G20: proibir novas centrais de carvão na China, forte desenvolvimento da rede de transporte público na Índia, novos carros com “zero emissões” até 2030 nos Estados Unidos, entre outras.

As transformações radicais da economia não poderão acontecer sem uma evolução profunda “dos valores, das normas e da cultura do consumo”, afirma o documento. A transição em grande escala enfrentará “obstáculos e desafios econômicos, políticos e técnicos”, que devem ser acompanhados por medidas sociais para “evitar a exclusão e a resistência à mudança.

GRANDES INVESTIMENTOS

Os esforços também devem passar por grandes investimentos. Com um cenário de +1,5°C, o PNUMA calcula a necessidade de investimentos de entre 1,6 trilhão e 3,8 trilhões de Dólares anuais entre 2020 e 2050, apenas para o setor energético. Os custos financeiros e sociais da transição podem parecer faraônicos, mas adiá-los será pior: “Cada ano de atraso a partir de 2020 exigirá reduções de emissões mais rápidas, portanto cada vez será mais caras, improváveis e difíceis.

Se o mundo tivesse começado a atuar seriamente em 2010, agora seria necessário reduzir as emissões em 0,7% ao ano para a meta +2°C e em 3,3% para +1,5°C. John Ferguson, analista da Economist Intelligence Unit, considera que já é muito tarde. A diferença entre as promessas e a ação concreta dos Estados “explica meu pessimismo de que não podemos limitar o aquecimento a +1,5°C”, diz ele.

Incêndios e desmatamento fazem a Amazônia perder até 50% da capacidade de reciclar água. O mesmo acontece com outros biomas – Ueslei Marcelino.

Os países precisam ir além de cumprir os compromissos firmados e aumentar o nível de ambição no corte de emissões. Há poucos anos, a necessidade de ação era justificada para garantir “o bem-estar das gerações futuras”. Mas, infelizmente, chegamos ao ponto onde o bem-estar da nossa geração já sofre as consequências de ações insuficientes e mesmo falta de ação dos governos. O cumprimento das metas de redução de emissões, bem como o aumento delas, depende de vontade política de cada país. Mas nós, enquanto cidadãos, podemos fazer agir pressionando os governos e adotando práticas em favor do meio ambiente, como mudar os nossos padrões de consumo e plantar árvores, a forma mais eficiente, cientificamente comprovada, de sequestrar CO2 da atmosfera.

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Anúncio Foi Feito pela OMM, que Não Vê Indícios de Desaceleração Visíveis dos Gases Causadores da Mudança do Clima.

Concentração de Gases de Efeito Estufa Bateu Recorde em 2018


Com informações da France Presse.

A concentração dos principais gases do efeito estufa na atmosfera alcançou um recorde em 2018, anunciou nesta segunda-feira (25) a Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com os cientistas, o Dióxido de Carbono (CO2), que está associado às atividades humanas e é o principal gás causador do efeito estufa que permanece na atmosfera, bateu um novo recorde de concentração em 2018, de 407,8 ppm (partes por milhão). Ou seja, nível 147% maior que o pré-industrial de 1750.

“Cabe recordar que a última vez que a Terra registrou uma concentração de CO2 comparável foi entre 3 e 5 milhões de anos atrás. Na época, a temperatura era de 2 a 3°C mais quente e o nível do mar era entre 10 e 20 metros superior ao atual”, afirmou o secretário-geral OMM, Petteri Taalas, em comunicado, por ocasião da publicação do boletim anual sobre concentrações de gases do efeito estufa.

A concentração de CO2 atingiu em 2018 a marca de 407,8 ppm. A última vez que a Terra registrou uma concentração assim foi entre 3 e 5 milhões de anos atrás – Latinstock.

A agência também afirmou que não há indícios de desaceleração visíveis nas emissões dos gases que são os principais causadores da mudança do clima. “Não há indícios de que vá acontecer uma desaceleração, e muito menos uma redução, da concentração dos gases do efeito estufa na atmosfera, apesar de todos os compromissos assumidos no Acordo de Paris sobre a mudança climática”, disse Taalas.

O alerta foi divulgado poucos dias antes do início da reunião anual da ONU sobre a luta contra a mudança climática, a COP25, que ocorre de 2 a 13 de dezembro, em Madri. Além disso, a OMM destacou que o aumento anual da concentração de CO2, que persiste durante séculos na atmosfera e ainda mais tempo nos oceanos, foi superior à taxa de crescimento média dos últimos 10 anos.

De acordo com as observações dos cientistas, as concentrações de Metano (CH4), que aparece em segundo lugar entre os gases do efeito estufa com maior persistência, e de Óxido Nitroso (N2O) também aumentaram mais que a média anual da última década. O CH4 e o N2O, cujas emissões são provocadas pela atividade humana (como a queima de combustíveis fósseis, agropecuária, deposição de resíduos e processos industriais), também alcançaram níveis máximos de concentração. Além disso, o N2O tem um forte impacto na destruição da camada de Ozônio, que filtra os raios ultravioleta. Diante da emergência climática, os países se comprometeram, em 2015 em Paris, a adotar planos de redução das emissões de gases do efeito estufa, mas as emissões mundiais não param de crescer.

A ilha de Ibo era um destino paradisíaco conhecido por seus recifes de corais e praias dignas de cartões-postais – Emidio Jozine | AFP.

Petteri Taalas pediu aos países para “cumprir os compromissos em ação e aumentar o nível de ambição em nome do bem-estar futuro da humanidade”. No início de novembro, no entanto, o presidente Donald Trump oficializou a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris. Os quatro maiores emissores de gases do efeito estufa – China, Estados Unidos, União Europeia e Índia – representam 56% das emissões globais. Apenas a UE (9% do total) está a caminho de cumprir, ou até superar, seus objetivos, de acordo com um estudo recente da ONG americana Fundação Ecológica Universal (FEU-US).

O estado de emergência climática global é um fato inegável e a Natureza tem dado sinais de que a situação ainda pode ficar mais crítica. Só neste ano, eventos climáticos extremos causaram muitos transtornos, prejuízos bilionários e mortes em várias partes do mundo, como as temperaturas extremas na Austrália (46,2°C, a maior dos últimos oitenta anos) e na Europa (a França registrou 45,9°C), incêndios devastadores no pantanal brasileiro, a maior tempestade tropical a atingir a Tailândia em três décadas, as maiores inundações dos últimos cinquenta anos em Veneza, o ciclone Kenneth que devastou a Ilha de Ibo, em Moçambique, chuvas torrenciais fora de época seguidas de enchentes e deslizamentos na República Democrática do Congo e no Quênia, causando destruição e mortes… Só para citar alguns eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes e mais intensos.

Moradores e turistas enfrentam impacto das inundações em Veneza – Filippo Monteforte | AFP | CP.

Reforçamos aqui o pedido do Petteri Taalas para que os países “cumpram os compromissos em ação e aumentem o nível de ambição”, porém, não apenas “em nome do bem-estar futuro da humanidade”, pois o bem-estar da nossa geração já está em risco. O cumprimento das metas de redução das emissões depende de vontade política de cada país. A pressão da sociedade é válida, mas precisamos ir além dos protestos e do cyber ativismo. Precisamos agir de forma direta em favor do nosso planeta e a maneira mais eficiente cientificamente comprovada de sequestrar CO2 da atmosfera é plantando árvores.

Nesse sentido, o Ecopass é a ferramenta mais prática e está ao alcance de cada um de nós. Basta fazer o download gratuito na Apple Store e Google Play e financiar o plantio de árvores de espécies nativas da Mata Atlântica brasileira em áreas georreferenciadas. Cada árvore financiada representa uma real possibilidade de melhoria da qualidade de vida para muitas famílias, pois todos os integrantes da nossa cadeia de plantio são de comunidades tradicionais, como indígenas, assentamentos rurais e outros povos da floresta. Além disso, ao fazer a compra de árvores com o Ecopass, o nosso usuário pode desfrutar de descontos e outras vantagens em estabelecimentos comerciais parceiros em Portugal, Brasil e outros países como forma de bonificação por sua atitude sustentável. Então faça o download do Ecopass, plante e junte-se a nós na construção de um mundo melhor.

A Natureza já criou a forma mais eficiente de sequestrar CO2 da atmosfera: as árvores, a nossa maior arma na luta contra o aquecimento global | Wikimedia Commons.

O Arrábida Walking Festival Acontece de 27 a 29 de Março.

Inscrições Abertas para o I Festival de Caminhadas da Arrábida


Com informações da Biotrails.

O Parque Natural da Arrábida é uma área protegida cujos valores naturais e culturais são inquestionáveis. Durante o I Arrábida Walking Festival os participantes terão a chance de explorar toda a riqueza natural e cultural durante três dias de caminhadas, em sete percursos pedestres diferentes, num total de mais de 100 Km.

As inscrições para as caminhadas já estão abertas e podem ser feitas no site oficial da Biotrails, que organiza o festival com as autarquias de Palmela e Setúbal, e a Quinta do Piloto. O passe para este festival de passeios pedestres custa 28 euros, e o bilhete simples 15 euros, com inclusão de seguro e transfer da vila de Palmela até ao início do trilho, mas o preço de ambos baixa se for efetuado até ao último dia deste ano.

O Parque Natural da Arrábida é dos mais belos sítios de Portugal – créditos: Hiking Tour – reprodução.

A primeira edição do Arrábida Walking Festival ocorrerá de 27 a 29 de março de 2020 e a Grande Rota Arqueológica será o destaque. No dia 27, faz-se entre dois castelos, o de Palmela e os conventos de São Paulo e dos Capuchos, seguindo-se depois convívio e uma reconfortante sopa caramela, bem conhecida e confecionada nesta zona, mais concretamente no Pinhal Novo.

Ao longo dos três dias, passa-se ainda por locais como o Cabo Espichel, pelos moinhos de vento da Arrábida, pelas serras de São Francisco, Pinheirinhos e do Louro; e há ainda lugar para provas de vinhos na Quinta do Piloto, entre outras atividades.

Que tal participar do Arrábida Walking Festival com uma pegada sustentável? Compense vossas emissões de gases de efeito estufa. Faça o download gratuito do Ecopass, plante árvores e junte-se a nós na construção de um mundo melhor.

Imagem Principal – créditos: Wikimedia Commons.

A Estrada Nacional 2 Liga o País de Norte a Sul e Convida a Uma Aventura Pelas Mais Variadas Paisagens de Portugal.

Conheça a Route 66 Portuguesa


Com informações do NIT – Klara Duccini.

A chamada Route 66 Portuguesa — a Estrada Nacional 2 — liga o País de norte a sul e convida a uma aventura pelas mais variadas paisagens de Portugal. Quem percorre esta que é uma das mais longas estradas do mundo passa pelas vinhas do Douro, pelos campos alentejanos e pelas maravilhosas praias do Algarve, sem precisar mudar de rota.

São 739 quilómetros de distância, 35 municípios portugueses e um verdadeiro mundo, países dentro do País, para descobrir. Mas ao conhecer Portugal de cima para baixo a dúvida muitas vezes é: onde dormir, quando parar, onde ficar?

Saiba que há uma rota recente que o pode ajudar, criada pela portuguesa We Love Small Hotels. A plataforma fez uma seleção dos destinos mais pitorescos e os hotéis boutique mais confortáveis e autênticos ao longo do caminho da EN2.

A EN2 passa pelo Douro – créditos: Paulo Pereira – divulgação.

As criadoras da startup são as irmãs Filipa e Iva. Apaixonadas pela partilha de dicas e sítios recheados de caráter, a dupla acredita que a verdadeira forma de os conhecer é através dos olhos da comunidade local.

O projeto aposta no conceito de turismo sustentável e acredita que a conexão com o destino escolhido estabelece-se a partir da sua comunidade, das tradições, da riqueza histórica e do respeito ao meio ambiente.

O roteiro “Route 66 Portuguesa / Estrada Nacional 2” tem duração de 11 dias e propõe diversas experiências personalizadas que revelam habitats naturais, paisagens encantadoras e vivências únicas pela EN 2. 

A viagem é voltada para os apaixonados pela diversidade. Os aventureiros pegam a estrada no Porto e depois passam por Chaves, o Vale do Duro, Lousã, as famosas aldeias de xisto do País, cidades da região do Alentejo e o Algarve.

A bela e histórica Évora, no Alentejo, é parada obrigatória. – créditos: Turismo de Portugal – divulgação.

O preço do programa é de 1775€ por pessoa e inclui dez noites em quarto duplo com pequeno-almoço incluído; passeio de barco no Pinhão; workshop de gastronomia e provas de vinhos numa adega do Porto; a experiência “Enólogo por um dia”, numa adega no Alentejo; aluguer de carro ou mota por dez dias; e mais um livrinho personalizado com dicas pessoais para criar memórias inesquecíveis deste roteiro.

O tour organizado pela We Love Small Hotels segue o estilo self-drive, ou seja, os viajantes conduzem o carro ao longo da rota e podem decidir a data em que desejam começar a viagem.

Uma dica aos viajantes para manter a pegada sustentável do turismo: compense as emissões de gases de efeito estufa da sua viagem. Então faça o download gratuito do Ecopass, plante árvores e junte-se a nós na construção de um mundo melhor.

Imagem pincipal: créditos – Rui Oliveira | GI.

Projeto ENOTUR aposta na sustentabilidade.

Produtores de Vinho Verde Criam Rede de Quintas a Pensar no Turismo Sustentável


Com informações da Publituris.

O Clube de Produtores Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM) anunciou a intenção de criar uma rede de quintas vitícolas com vista à promoção de “um turismo direcionado para a sustentabilidade ambiental, social e económica”, capaz de divulgar a região de Monção e Melgaço, que é o território alvo nesta primeira fase do projeto.

De acordo com o VVCPM, o projeto “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” vai ao encontro da “estratégia definida pelo Turismo de Portugal, onde o enoturismo tem, cada vez mais, maior relevância”, motivo pelo qual foi apresentada uma candidatura ao programa Valorizar, no âmbito do Portugal 2020, que se encontra em fase de análise.

“O objetivo é alinhar uma estratégia que una o enoturismo com o turismo sustentável e com as tradições culturais e gastronómicas da região de Monção e Melgaço e do Vinho Verde. Neste sentido, é intento do Clube criar uma marca de cariz ecofriendly, que será depois atribuída aos produtores e quintas da região, com o propósito de credibilizar e promover as boas práticas ambientais que estão a ser aplicadas nas diversas quintas e adegas da região”, lê-se numa nota informativa enviada à imprensa.

O projeto prevê ainda a criação de uma plataforma digital colaborativa que reunirá conteúdos em realidade aumentada, aliando a tecnologia à tradição, história e cultura local, para a qual o VVCPM vai “trabalhar num programa de atividades e ações direcionadas para a vertente ambiental, social, cultural e económica da região, transformando assim os meios existentes num produto turístico atrativo do ponto de vista da sustentabilidade nos seus vários níveis”.

O território dos Vinhos Verdes em Portugal atrai muitos turistas apreciadores de um bom vinho – créditos: reprodução Altominho TV.

Esta plataforma digital vai reunir “diferentes informações, possibilitando ao visitante uma experiência enriquecedora: o acesso a informações de cariz patrimonial e ambiental das diversas quintas, assim como a pegada ecológica, as medidas implementadas e a implementar, os objetivos ambientais e informações sobre os volumes de produção”, explica o VVCPM, referindo que o “visitante ficará ainda contextualizado sobre o território, assim como das ofertas turísticas”.

O “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” apresenta diferentes vertentes e “não ostenta qualquer restrição temporal ou territorial, existindo a possibilidade de, a longo prazo, ser implementado num diferente território vitícola ou alargá-lo a outros produtores interessados”, contando ainda com capacidade para englobar vários setores de atividade turística.

Visto que a sustentabilidade ambiental é o pilar do projeto, “as diferentes entidades terão acesso a um conjunto de informação sobre as boas práticas ambientais, de forma a avaliarem a implementação no seu setor de atividade e assim contribuírem para um turismo mais sustentável”, refere ainda o VVCPM.

No período pós-financiamento o “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” será financiado principalmente através do pagamento de quotas anuais e os produtores ou as associações que se mostrem interessadas em colaborar com esta plataforma podem tornar-se sócios do projeto.

O enoturismo por si só é uma modalidade muito prazerosa e as propostas do ENOTUR tem tudo para deixar o enoturismo em Portugal ainda mais atrativo.  Vale um lembrete aos turistas: para manter a pegada sustentável do turismo é preciso compensar as emissões de gases de efeito estufa. Então faça download gratuito do Ecopass, plante árvores e junte-se a nós na construção de um mundo melhor.

Imagem principal – créditos: Dinheiro Vivo – Lusa.

Relatório da European Travel Commission (ETC) aponta que turismo europeu continua em alta.

Turismo Europeu Segue com Crescimento Moderado


Com informações da Agência Lusa.

De acordo com o último relatório trimestral da European Travel Commission, a procura no turismo europeu continua em território positivo, embora com um crescimento mais comedido comparativamente aos últimos dois anos, com a perspectiva a ficar-se nos +3-4% de chegadas de turistas internacionais em 2019.

O relatório “European Tourism – Trends & Prospects”, para o terceiro trimestre de 2019, mostra que embora os riscos teimem em não dissipar, os destinos europeus continuam a crescer a um ritmo moderado. Entre julho e setembro, os países que mostraram um maior crescimento foram Montenegro (+18%) e a Turquia (+15%). Do outro lado do espectro encontra-se a Islândia, com uma queda de 14%, associada à valorização do Krona e ao colapso da Wow Air.

“Este último relatório mostra que a procura por viagens na Europa está bem, com aumentos constantes nos indicadores turísticos no geral”, avança Eduardo Santander, director executivo da ETC, que continua: “Os destinos europeus continuam a apresentar taxas de chegada saudáveis […] enquanto isto, o turismo europeu precisa de se focar no desenvolvimento de soluções de gestão sustentáveis a longo prazo, para permitir que o turismo floresça”.

Os mercados de longo curso continuam a contribuir significativamente para o crescimento do turismo nos países europeus, em particular mercados como os Estados Unidos e a China. Por outro lado, o tráfego aéreo fixou-se nos 4,1% no último trimestre, abaixo da média de expansão de 6,1% que apresentava nos últimos 10 anos. Ainda assim, é importante referir que a taxa de ocupação tem vindo a crescer significativamente, mesmo considerando um aumento de capacidade robusto.

O relatório inclui um capítulo especial dedicado ao potencial impacto de um ‘no deal Brexit’. O efeito combinado de factores económicos e não económicos causaria uma queda de 7% nas viagens de turistas britânicos para fora do país em 2020 e de 8% em 2021. O estudo mostra que tal teria um efeito negativo permanente no volume de viagens outbound por estes turistas. Estima, ainda, que Espanha seja o destino mais impactado, com menos 1.3 milhões de turistas do Reino Unido a visitar o país em 2021.

Ao visitar a Europa lembre-se de compensar as emissões de CO2 de vossa viagem com o Ecopass. Download gratuito na Apple Store e Google Play.

Ecopass. Com você a construir um mundo melhor!

Créditos imagem principal: Luiz Roberto – acervo Ecopass.

Com o Ecopass você não Precisa Ter Vergonha de Voar.

Movimento Flight Shame Propõe Mudança de Hábitos para Combater o Aquecimento Global


Com informações da Folha UOL – Meio Ambiente.

Criado em 2018, um movimento chamado flight shame (traduzido como “vergonha de voar”) atraiu diversos seguidores na Europa. O termo trata da culpa por utilizar transportes aéreos, em um momento em que o mundo precisa mitigar, ou seja, reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa para minimizar os efeitos da mudança climática. Assim, os adeptos desse movimento passaram a optar pelo uso de trens para realizar suas viagens.

Para facilitar o entendimento sobre o impacto do transporte aéreo na emissão de gases de efeito estufa, vamos fazer uma comparação entre viagens de trem e de avião: a viagem realizada de trem pode emitir até cinco vezes menos carbono que o mesmo trecho realizado por avião. Com essa pequena mudança de hábito, se adotada em larga escala, as emissões diminuiriam significativamente, contribuindo para a redução dos impactos da mudança do clima.

A iniciativa do flight shame é louvável. Mas sabemos que nem todos os locais contam com uma infraestrutura de transportes com uma malha ferroviária desenvolvida como a Europa e, neste caso, a viagem de avião é a alternativa mais eficaz. Da mesma forma, vários europeus precisam fazer voos intercontinentais e novamente o transporte aéreo é a opção. O que fazer então?

Com o Ecopass você neutraliza as emissões de CO2 de viagens aéreas através do plantio de árvores e ainda aproveita os benefícios da Rede Ecopass.

Você não precisa ter vergonha e muito menos deixar de voar. Com o Ecopass você pode viajar de forma mais sustentável ao compensar as emissões de CO2 de sua viagem com o plantio de árvores. O Ecopass é um aplicativo que calcula as emissões de CO2 de viagens aéreas e promove a compensação (neutralização) por meio do plantio de árvores de espécies nativas na Mata Atlântica brasileira, um dos biomas mais ameaçados do mundo e que está no Top 5 dos hotspots ambientais globais. E não é só o meio ambiente que sai ganhando. Cada árvore plantada representa uma real possibilidade de melhoria na qualidade de vida de muitas pessoas, pois todos os envolvidos na cadeia de plantio são de comunidades tradicionais como indígenas, assentamentos rurais e outros povos da floresta. Além disso, o usuário ainda participa de um programa de descontos em diversos países, a Rede Ecopass.

Para conhecer e utilizar a plataforma basta realizar o download gratuito na Apple Store e Google Play.

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Créditos imagem principal: Luiz Roberto – acervo Ecopass.