Projeto ENOTUR aposta na sustentabilidade.

Produtores de Vinho Verde Criam Rede de Quintas a Pensar no Turismo Sustentável


Com informações da Publituris.

O Clube de Produtores Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM) anunciou a intenção de criar uma rede de quintas vitícolas com vista à promoção de “um turismo direcionado para a sustentabilidade ambiental, social e económica”, capaz de divulgar a região de Monção e Melgaço, que é o território alvo nesta primeira fase do projeto.

De acordo com o VVCPM, o projeto “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” vai ao encontro da “estratégia definida pelo Turismo de Portugal, onde o enoturismo tem, cada vez mais, maior relevância”, motivo pelo qual foi apresentada uma candidatura ao programa Valorizar, no âmbito do Portugal 2020, que se encontra em fase de análise.

“O objetivo é alinhar uma estratégia que una o enoturismo com o turismo sustentável e com as tradições culturais e gastronómicas da região de Monção e Melgaço e do Vinho Verde. Neste sentido, é intento do Clube criar uma marca de cariz ecofriendly, que será depois atribuída aos produtores e quintas da região, com o propósito de credibilizar e promover as boas práticas ambientais que estão a ser aplicadas nas diversas quintas e adegas da região”, lê-se numa nota informativa enviada à imprensa.

O projeto prevê ainda a criação de uma plataforma digital colaborativa que reunirá conteúdos em realidade aumentada, aliando a tecnologia à tradição, história e cultura local, para a qual o VVCPM vai “trabalhar num programa de atividades e ações direcionadas para a vertente ambiental, social, cultural e económica da região, transformando assim os meios existentes num produto turístico atrativo do ponto de vista da sustentabilidade nos seus vários níveis”.

O território dos Vinhos Verdes em Portugal atrai muitos turistas apreciadores de um bom vinho – créditos: reprodução Altominho TV.

Esta plataforma digital vai reunir “diferentes informações, possibilitando ao visitante uma experiência enriquecedora: o acesso a informações de cariz patrimonial e ambiental das diversas quintas, assim como a pegada ecológica, as medidas implementadas e a implementar, os objetivos ambientais e informações sobre os volumes de produção”, explica o VVCPM, referindo que o “visitante ficará ainda contextualizado sobre o território, assim como das ofertas turísticas”.

O “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” apresenta diferentes vertentes e “não ostenta qualquer restrição temporal ou territorial, existindo a possibilidade de, a longo prazo, ser implementado num diferente território vitícola ou alargá-lo a outros produtores interessados”, contando ainda com capacidade para englobar vários setores de atividade turística.

Visto que a sustentabilidade ambiental é o pilar do projeto, “as diferentes entidades terão acesso a um conjunto de informação sobre as boas práticas ambientais, de forma a avaliarem a implementação no seu setor de atividade e assim contribuírem para um turismo mais sustentável”, refere ainda o VVCPM.

No período pós-financiamento o “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” será financiado principalmente através do pagamento de quotas anuais e os produtores ou as associações que se mostrem interessadas em colaborar com esta plataforma podem tornar-se sócios do projeto.

O enoturismo por si só é uma modalidade muito prazerosa e as propostas do ENOTUR tem tudo para deixar o enoturismo em Portugal ainda mais atrativo.  Vale um lembrete aos turistas: para manter a pegada sustentável do turismo é preciso compensar as emissões de gases de efeito estufa. Então faça download gratuito do Ecopass, plante árvores e junte-se a nós na construção de um mundo melhor.

Imagem principal – créditos: Dinheiro Vivo – Lusa.

Relatório da European Travel Commission (ETC) aponta que turismo europeu continua em alta.

Turismo Europeu Segue com Crescimento Moderado


Com informações da Agência Lusa.

De acordo com o último relatório trimestral da European Travel Commission, a procura no turismo europeu continua em território positivo, embora com um crescimento mais comedido comparativamente aos últimos dois anos, com a perspectiva a ficar-se nos +3-4% de chegadas de turistas internacionais em 2019.

O relatório “European Tourism – Trends & Prospects”, para o terceiro trimestre de 2019, mostra que embora os riscos teimem em não dissipar, os destinos europeus continuam a crescer a um ritmo moderado. Entre julho e setembro, os países que mostraram um maior crescimento foram Montenegro (+18%) e a Turquia (+15%). Do outro lado do espectro encontra-se a Islândia, com uma queda de 14%, associada à valorização do Krona e ao colapso da Wow Air.

“Este último relatório mostra que a procura por viagens na Europa está bem, com aumentos constantes nos indicadores turísticos no geral”, avança Eduardo Santander, director executivo da ETC, que continua: “Os destinos europeus continuam a apresentar taxas de chegada saudáveis […] enquanto isto, o turismo europeu precisa de se focar no desenvolvimento de soluções de gestão sustentáveis a longo prazo, para permitir que o turismo floresça”.

Os mercados de longo curso continuam a contribuir significativamente para o crescimento do turismo nos países europeus, em particular mercados como os Estados Unidos e a China. Por outro lado, o tráfego aéreo fixou-se nos 4,1% no último trimestre, abaixo da média de expansão de 6,1% que apresentava nos últimos 10 anos. Ainda assim, é importante referir que a taxa de ocupação tem vindo a crescer significativamente, mesmo considerando um aumento de capacidade robusto.

O relatório inclui um capítulo especial dedicado ao potencial impacto de um ‘no deal Brexit’. O efeito combinado de factores económicos e não económicos causaria uma queda de 7% nas viagens de turistas britânicos para fora do país em 2020 e de 8% em 2021. O estudo mostra que tal teria um efeito negativo permanente no volume de viagens outbound por estes turistas. Estima, ainda, que Espanha seja o destino mais impactado, com menos 1.3 milhões de turistas do Reino Unido a visitar o país em 2021.

Ao visitar a Europa lembre-se de compensar as emissões de CO2 de vossa viagem com o Ecopass. Download gratuito na Apple Store e Google Play.

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Créditos imagem principal: Luiz Roberto – acervo Ecopass.

Com o Ecopass você não Precisa Ter Vergonha de Voar.

Movimento Flight Shame Propõe Mudança de Hábitos para Combater o Aquecimento Global


Com informações da Folha UOL – Meio Ambiente.

Criado em 2018, um movimento chamado flight shame (traduzido como “vergonha de voar”) atraiu diversos seguidores na Europa. O termo trata da culpa por utilizar transportes aéreos, em um momento em que o mundo precisa mitigar, ou seja, reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa para minimizar os efeitos da mudança climática. Assim, os adeptos desse movimento passaram a optar pelo uso de trens para realizar suas viagens.

Para facilitar o entendimento sobre o impacto do transporte aéreo na emissão de gases de efeito estufa, vamos fazer uma comparação entre viagens de trem e de avião: a viagem realizada de trem pode emitir até cinco vezes menos carbono que o mesmo trecho realizado por avião. Com essa pequena mudança de hábito, se adotada em larga escala, as emissões diminuiriam significativamente, contribuindo para a redução dos impactos da mudança do clima.

A iniciativa do flight shame é louvável. Mas sabemos que nem todos os locais contam com uma infraestrutura de transportes com uma malha ferroviária desenvolvida como a Europa e, neste caso, a viagem de avião é a alternativa mais eficaz. Da mesma forma, vários europeus precisam fazer voos intercontinentais e novamente o transporte aéreo é a opção. O que fazer então?

Com o Ecopass você neutraliza as emissões de CO2 de viagens aéreas através do plantio de árvores e ainda aproveita os benefícios da Rede Ecopass.

Você não precisa ter vergonha e muito menos deixar de voar. Com o Ecopass você pode viajar de forma mais sustentável ao compensar as emissões de CO2 de sua viagem com o plantio de árvores. O Ecopass é um aplicativo que calcula as emissões de CO2 de viagens aéreas e promove a compensação (neutralização) por meio do plantio de árvores de espécies nativas na Mata Atlântica brasileira, um dos biomas mais ameaçados do mundo e que está no Top 5 dos hotspots ambientais globais. E não é só o meio ambiente que sai ganhando. Cada árvore plantada representa uma real possibilidade de melhoria na qualidade de vida de muitas pessoas, pois todos os envolvidos na cadeia de plantio são de comunidades tradicionais como indígenas, assentamentos rurais e outros povos da floresta. Além disso, o usuário ainda participa de um programa de descontos em diversos países, a Rede Ecopass.

Para conhecer e utilizar a plataforma basta realizar o download gratuito na Apple Store e Google Play.

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Créditos imagem principal: Luiz Roberto – acervo Ecopass.

Mais de 11 mil cientistas decretam 'emergência climática' em novo relatório.

Planeta Terra. Status: em Emergência Climática


Com informações de The Washington Post.

Um novo estudo realizado por 11.258 cientistas das mais variadas áreas de estudo, de 153 países, alerta que o planeta “enfrenta uma emergência climática clara e inequívoca”, e delineia alguns objetivos amplos de política pública que precisam ser atingidos para enfrenta-la.

No documento, os cientistas advertem que entre as mudanças necessárias para atenuar alguns dos efeitos desse estado de emergência climática vão além de monitorar as temperaturas do planeta. É preciso reduzir o consumo de produtos de origem animal, implementar práticas de eficiência energética e afastar-se das metas de crescimento do PIB em prol do sustento de ecossistemas e da melhoria do bem-estar humano. O documento avança também num tema considerado tabu e polêmico: estabilizar e reduzir a população mundial, que apresenta um crescimento diário de 200 mil pessoas. Defende o acesso ao planejamento familiar para todos. “Precisamos reduzir as taxas de fertilidade por meio de planejamento familiar voluntário e depender principalmente de dietas à base de plantas”, esclareceu o professor William Ripple, da Oregon State University e principal autor do relatório.

Manifestantes em Munich reivindicam medidas concretas para combater o aquecimento global e para frear as emissões de CO2 – crédito: Christof Stache – AFP.

A impaciência e a obrigação moral da comunidade científica parecem ser a essência do novo documento. Como afirmou Ripple, a mudança climática avança mais rapidamente do que o previsto pelos cientistas. Não por acaso, o Copernicus, serviço de monitoramento da Terra da União Europeia, registrou temperaturas médias em outubro como as mais quentes já registradas no mesmo mês, no período entre 1981 e 2010.

Outro ponto que é consenso é a necessidade de frear o uso de combustíveis fósseis, sobretudo o carvão e o petróleo. Mas, tão importante quanto descarbonizar a economia, é imprescindível sequestrar os gases de efeito estufa já emitidos, pois esses gases permanecem em atividade na atmosfera por muitos anos.  O gás carbônico, por exemplo, o famoso CO₂, representa mais de 70% dos gases de efeito estufa e fica aquecendo o planeta por pelo menos 400 anos. Isso é muito tempo e ainda temos que lembrar que diariamente emitimos mais carbono, que vai se acumulando na atmosfera e prolongando ainda mais esse tempo…

A maneira mais fácil e cientificamente comprovada de sequestrar carbono da atmosfera é plantando árvores. Felizmente, isso não depende apenas dos governos e das grandes corporações. Com o ecopass você pode plantar árvoes pelo seu smartphone. Ainda podemos evitar o pior. Mas temos que agir agora! Então faça o download do ecopass, divulgue, plante e junte-se a nós na construção de um mundo melhor. Download gratuito na Apple Store e Google Play.

Imagem principal: Anna Henly – Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year.

É a maior rota da Europa a conquistar o selo Leading Quality Trails - Best of Europe, atribuído pela Associação Europeia de Caminhantes.

Rota das Aldeias Históricas de Portugal eleita uma das melhores da Europa


Com informações da Agência Lusa.

A Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal (GR22) recebeu o selo Leading Quality Trails – Best of Europe, tornando-se na maior rota europeia com esta distinção.

A certificação destaca os melhores destinos de caminhada na Europa, através de critérios como a sustentabilidade, o nível de experiência proporcionado ao utilizador, a qualidade do seu traçado e a sua riqueza cultural e natural.

O projeto está em linha com o compromisso de sustentabilidade e locomoção suave das Aldeias Históricas de Portugal, que, recentemente, receberam o certificado Biosphere Destination – o primeiro destino em rede, a nível mundial, e o primeiro a nível nacional a ganhar esta distinção.

Monsanto é uma das Aldeias Históricas de Portugal – créditos: Adriana Miranda | imagem principal: Nelson Garrido.

A GR22 liga as 12 Aldeias Históricas de Portugal em mais de 600 quilómetros de extensão, num percurso circular, que envolve alguns dos mais belos parques naturais e reservas classificadas como Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal foi reinaugurada em 2015, depois de trabalhos de renovação e remarcação de um trilho com mais de 15 anos. No entanto, há dois anos, “foi realizado um diagnóstico na rota das aldeias e verificado que ainda havia algumas melhorias necessárias para poder integrar esta lista de certificação”, adiantou Dalila Dias, Coordenadora Executiva das Aldeias Históricas de Portugal.

As melhorias realizadas centraram-se, sobretudo, na óptica do utilizador: “restaurantes, alojamentos e a sinalética, que agora incorpora informação em braille e Qrcode, que reportam para o website das Aldeias Históricas de Portugal, disponível em cinco idiomas diferentes (português, espanhol, francês, inglês e alemão)”. Além disso, também foi criada uma área de descanso a cada 20 quilómetros, enumera a responsável.

Para a concretização destas melhorias, “é de salientar que foi fundamental o trabalho conjunto, que contou com o apoio de 20 câmaras municipais e algumas juntas de freguesia, o apoio do Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos”, destacou Dalila Dias.

Quando for conhecer a Rota das Aldeias históricas de Portugal não esqueça de compensar as emissões de CO2 de viagem com o Ecopass. Download gratuito na Apple Store e Google Play.

Download gratuito na Apple Store e Google Play.

Ecopass no Ar


Acabou a espera: o Ecopass está no ar, disponível para download gratuito na Apple Store e Google Play!

A nossa equipe não mediu esforços para desenvolver a ferramenta mais prática e acessível para o cálculo e compensação das emissões de CO₂ do transporte aéreo – em breve disponibilizaremos também uma calculadora das emissões de deslocamentos terrestres e marítimos. Com o Ecopass você tem em mãos a oportunidade de fazer algo real a favor do meio ambiente ao plantar árvores pelo seu smartphone. As nossas árvores, de espécies nativas da Mata Atlântica brasileira (um dos biomas mais ameaçados do mundo e com grande potencial de sequestro de Carbono) são plantadas em Unidades de Conservação e em áreas georreferenciadas, garantindo transparência em todo o processo.

A Mata Atlântica brasileira é um dos biomas mais ameaçados do mundo e está no Top 5 dos hotspots amblentais globais – foto: Peterson de Almeida/Wikiparques.

E não é só a Natureza que sai ganhando. Pois estamos a construir uma rede de parceiros comerciais do trade turístico em Portugal, Brasil e outros países para você ter direito a descontos e outros benefícios como forma de bonificação a vossa atitude sustentável. Atitude esta que fará a diferença na vida de muitas famílias, pois todos os envolvidos na cadeia de plantio – desde a coleta de sementes ao monitoramento das áreas reflorestadas – são de comunidades tradicionais como indígenas, quilombolas, assentamentos rurais e outros povos da floresta. Assim, cada árvore que plantamos representa uma possibilidade de melhoria na qualidade de vida para essas pessoas.

Para que tudo funcione bem, contamos com parceiros com expertise e competência comprovadas e, principalmente, que amam o que fazem, assim como nós. Nesse sentido, destacamos o CEPAN (Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste), uma das ONGs ambientais de maior credibilidade no Brasil, coordenadora regional do Pacto pela Mata Atlântica. Ou seja, tem muita gente boa envolvida e você tem papel fundamental nisso tudo. Afinal, não há plano B, não há planeta B. Faça o download gratuito, calcule, plante e junte-se a nós na construção de um mundo melhor!

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Florestas tropicais são os biomas mais ameaçados pelo desmatamento.

Relatório da Declaração de Nova Iorque Mostra que 90% de Todo Desmatamento no Mundo Ocorrem em Áreas de Florestas Tropicais


Criada em 2014 com o objetivo de reduzir pela metade o desmantelamento no mundo até 2030, a Declaração de Nova Iorque é um grupo formado por governos, empresas, ONGs e representantes de comunidades indígenas. 

Em seu recente relatório, a organização aponta que o mundo está perdendo a batalha contra o desmantelamento, principalmente nas regiões de florestas tropicais, que representam 90% de todo desmatamento global. Entre as florestas tropicais mais ameaçadas está a Mata Atlântica brasileira. Lar de diversas espécies de animais e plantas, grande parte de espécies endêmicas, a Mata Atlântica compõe a lista dos hotspots ambientais globais e atualmente restam apenas 12% de sua cobertura original. 

A Mata Atlântica brasileira é um dos biomas mais ameaçados do mundo – foto: reprodução: Welington Pedro de Oliveira / Fotos Públicas.

O relatório é preocupante, mas é ao mesmo tempo desafiador para os gestores públicos e a sociedade. Nesse sentido reforçamos o nosso compromisso com o reflorestamento desse bioma tão importante pela sua biodiversidade e potencial de sequestro de Carbono. E você pode fazer parte disso e agir de forma direta em favor da Natureza. Baixe o Ecopass, compense as suas emissões de CO2 de viagens aéreas e junte-se a nós na construção de um mundo melhor! 🌱🌳🌎💚

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O prémio foi concedido pela Organização Mundial do Turismo (OMT), que reconhece o esforço na promoção de acessibilidades.

Portugal é o primeiro país a receber prémio Destino Turístico Acessível


Com informações da Lusa.

Portugal é o primeiro país a receber o prémio Destino Turístico Acessível 2019 da Organização Mundial do Turismo (OMT), que reconhece o esforço na promoção de acessibilidades, anunciou o Governo.

“Portugal é o único país a receber esta distinção, que é atribuída pela primeira vez este ano pela OMT em parceria com a Fundação ONCE, e que reconhece o esforço de Portugal na promoção da acessibilidade no Turismo”, avançou, em comunicado, o Ministério da Economia. A distinção foi entregue durante a 23.ª assembleia-geral da OMT, no último dia 10 de setembro, em São Petersburgo, na Rússia.

De acordo com o Governo português, só na Europa existem 90 milhões de turistas com necessidades específicas de mobilidade, “pelo que esta distinção é muito importante para posicionar Portugal como líder na acessibilidade”.

Para a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, citada no mesmo documento, este prémio constitui “um grande impulso para que Portugal se torne o destino mais inclusivo do mundo”. Apesar de considerar que esta é “uma questão de cidadania”, a governante admitiu que “ainda há muito a fazer”, sublinhando que “quem perde esta carruagem perde o comboio”.

Praçca do Comércio, um dos sítios mais visitados de Lisboa – foto: Luiz Roberto – Ecopass.

Por sua vez, a Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, defendeu que este é o reconhecimento “de um trabalho sólido e estruturado” que Portugal tem realizado em matéria de acessibilidades. A Secretária destacou ainda o programa Mais Acesso, que irá apoiar projetos de promoção de acessibilidades em cerca de 50 municípios num valor global de 15 milhões de euros, bem como a realização de levantamentos globais das condições de acessibilidade do edificado público. “Este Governo tem dado passos seguros no sentido de transformar Portugal num verdadeiro país inclusivo. É um caminho sem retorno, pois a isso nos obrigam todos aqueles para quem trabalhamos”, afirmou Ana Sofia Antunes.

Paralelamente, em 2016 foi lançado o programa ‘All for All’ (tudo para todos), com o objetivo de capacitar a oferta turística portuguesa e de criar roteiros acessíveis em todo o país. Segundo os dados do Ministério da Economia, até ao momento foram apoiados 116 projetos, que representam um investimento de 20 milhões de euros e que receberam um apoio de 14 milhões de euros. Entre estes encontram-se a criação de acessibilidades no Castelo de São Jorge, em Lisboa, no Convento de Cristo, em Tomar e nas Caves Calém, em Vila Nova de Gaia.

Neste âmbito foi também lançado o portal ‘Tur4All’ (turismo para todos), que permite conhecer a oferta hoteleira, de restauração e cultura para pessoas com “necessidades específicas de mobilidade em Portugal e Espanha”. Nas escolas de Turismo, por seu turno, passou a ser incluído um módulo dedicado ao turismo acessível e, além do programa Praia Acessível, foi este ano lançado o Festivais + Acessíveis, que visa distinguir eventos que apresentem “condições de acessibilidade para pessoas com necessidades específicas”.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

Imagem principal: by Luiz Roberto – Ecopass.

Green is the New Glam.

Saiba Por Que Mônaco é um Destino Sustentável


Com informações de Catraca Livre.

Sinônimo de luxo e sofisticação, Mônaco tem se destacado também por ações sustentáveis que podem ser sentidas pelos turistas que visitam o Principado. São ações efetivas que, segundo Estelle Antognelli, Chefe do Turismo Sustentável de Mônaco, “o objetivo é ser neutro em Carbono até 2050”.

O slogan de Mônaco, “Green is the New Glam”, lançado pelo Principado neste ano, é só um chamariz para a questão sustentável, na qual o país vem mergulhando há mais de 20 anos. Dentre muitas, listamos 7 ações sustentáveis adotadas pelo Principado de Mônaco.

Mobee, o carro elétrico disponível para população local e turistas de Mônaco – foto (reprodução): Blog Qual Viagem – Internet.

1. Mobilidade Sustentável

O governo quer promover o transporte público no Principado, como tarifas de ônibus acessíveis para diminuir o uso do transporte individual. Andar de ônibus no principado é muito fácil e custa 2 Euros. Há ainda um barco elétrico que atravessa o Port Hercule. Uma frota de minicarros elétricos, Mobee, está disponível a monegascos e turistas através de uma app.

2. Energias Alternativas

O país tem sol em quase 300 dias por ano. E a energia solar é uma das apostas por lá, em prédios inteiros. Desde 2008, o governo oferece subsídio para a instalação de painéis nos edifícios do Principado.

Mesmo com apenas 2 km², Mônaco é um gigante em sustentabilidade e uso de energias alternativas – foto: Visite Mônaco – Shutterstock.

Do oceano extraem energia térmica. Mônaco foi um dos primeiros países a desenvolver o uso desse tipo de energia em 1963. Atualmente são mais de 80 bombas que extraem calor da água do mar. Enquanto a temperatura do ar varia muito, o mar tem temperaturas relativamente estáveis ​​em profundidade durante todo o ano.

Outra aposta é energia geotérmica, extraída com sondas no solo. É possível aquecer ou resfriar edifícios. Alguns edifícios em Mônaco têm sondas geotérmicas em suas fundações. Uma das vantagens é a alternativa ao ar-condicionado, uma vez que permite que o excesso de calor seja removido.

3. Menos Plástico, Mais Vidro

O vidro demora milhares de anos para se desintegrar na natureza. No entanto, é 100% e infinitamente reciclável, sem perda de material. Não aproveitá-lo é uma tremenda falta de bom senso.

Mônaco tem 28 estações verdes públicas para coleta de vidro com um sistema de contagem inteligente, que é anexado à tampa do contêiner. Ao colocar resíduos, os moradores acumulam pontos, permitindo que eles se beneficiem de ofertas no Principado. Os pontos também podem ser transformados em doações para associações de caridade. Em contrapartida, essa ação diminuiu consideravelmente o uso de plásticos descartáveis.

A qualidade da água do mar é constantemente monitorada em Mônaco – foto (reprodução): Centre de Presse de Monaco.

4. Qualidade do Ar e da Água

Há 20 anos, o Principado instaurou uma rede de controle de qualidade do ar com estações de monitoramento. Com a medição contínua é possível emitir avisos de poluição e verificar a qualidade do ar. Os resultados são comunicados ao público geral por meio de telas localizadas na entrada do país. O Principado também monitora a qualidade do ambiente marinho. A baía de Mônaco inclui duas áreas protegidas, morada para diversas espécies marinhas.

5. Gastronomia Orgânica

A aposta do Principado está na alimentação orgânica, vegana e vegetariana. É nesta linha que segue o Elsa, o primeiro restaurante 100% orgânico do mundo a ganhar uma estrela Michelin.

Fica dentro do complexo Monte-Carlo Beach e oferece gastronomia saudável, colorida e que respeita os ciclos da natureza. A maioria dos restaurantes segue essa linha orgânica e sazonal. No Principado existe a Terre de Monaco, uma start-up que desenvolve hortas orgânicas nos tetos, sacadas e terraços. Há também 5 veggie gardens, jardins com hortas que abastecem os restaurantes de Mônaco.

O Museu Oceanográfico de Mônaco possui um vasto acervo e abriga um centro de reabilitação de animais marinhos – foto (reprodução): Centre de Presse de Monaco.

6. Proteção à Vida Marinha

O Museu Oceanográfico, um dos mais lindos do mundo, criou um verdadeiro hospital de tartarugas marinhas para reabilitar e devolver esses incríveis animais ao oceano. Além disso, o espaço realiza um excelente trabalho de educação ambiental.

7. Coleta de Lixo Eletrônico até no Brasil

O Escritório de Turismo de Mônaco distribuiu coletores de lixo eletrônico em parques na cidade de São Paulo, Brasil. Cabos, baterias, celulares velhos, tudo isso pode ser descartado nesses pontos.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

Imagem principal (reprodução): Centre de Presse de Monaco.

A capital portuguesa subiu duas posições em relação a 2018.

Lisboa no Top 10 das Melhores Cidades do Mundo


Com informações do Diário de Notícias.

Lisboa entrou para o Top 10 das cidades com melhor qualidade de vida do mundo, no ranking da revista britânica Monocle. A capital portuguesa subiu duas posições em relação a 2018 e ocupa agora o décimo lugar, numa lista encabeçada por Zurique, na Suíça.

“Uma cidade ensolarada que goza de uma nova energia” – é assim que a Monocle descreve Lisboa. Para já, a revista britânica, que publicou a lista através da sua newsletter, ainda não divulgou mais pormenores sobre a escolha. No ano passado, o 12º lugar atribuído à capital portuguesa foi assim justificado: “Lisboa fervilha com novas pessoas e novas ideias. Os seus empreendedores continuam a abrir novos negócios e a cidade esforça-se arduamente por garantir as condições de vida dos seus residentes face às mudanças na cidade. Está a ser planeada mais habitação acessível e os velhos elétricos têm uma nova vida”.

Rua Augusta, uma das mais famosas ruas de Lisboa, tem uma pulsante vida cultural – foto (reprodução): Creative Commons Zero (CC0) License.

O ranking foi agora divulgado em antecipação à Conferência anual sobre Qualidade de Vida nas Cidades que a Monocle promove em Madrid, entre 27 e 29 de junho. Há treze anos que a publicação faz o ranking das cidades do mundo com melhores condições de vida, elaborado com base em critérios como as infraestruturas ao nível dos transportes, a vida cultural, o número de espaços verdes, o custo da habitação ou o ambiente empresarial.

Conforme já mencionado, a suíça Zurique abre a lista, em seguida vem Tóquio (Japão), Munique (Alemanha) e Copenhaga (Dinamarca). Na quinta posição surge Viena (Áustria), depois Helsínquia (Finlândia), Hamburgo (Alemanha), Madrid (Espanha), Berlim (Alemanha) e Lisboa, a fechar o Top 10.

Ecopass: a construir um mundo melhor.

Imagem principal (reprodução): Creative Commons Zero (CC0) License.